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O 40º Congresso de Pesquisa e Ensino em Transportes (ANPET), que será realizado entre os dias 26 e 30 de outubro de 2026 em Búzios (RJ), contemplará mais uma edição do Prêmio ANPET, iniciativa que reconhece anualmente os trabalhos de maior destaque apresentados no congresso. A premiação é concedida em duas modalidades: Produção Científica e Pesquisa em Desenvolvimento, cada uma com critérios e processos de avaliação próprios.
Criado em 2014, busca valorizar os melhores artigos científicos apresentados no Congresso de Pesquisa e Ensino em Transportes. Ao todo, são premiados até 16 trabalhos acadêmicos.
A avaliação é conduzida por uma comissão julgadora especial, constituída especificamente para essa finalidade. A comissão analisa os trabalhos que, ao longo da primeira rodada de avaliações, forem selecionados e indicados como candidatos ao prêmio pelos representantes do Comitê Científico da respectiva área temática de submissão.
As áreas temáticas do congresso são:
Criado em 2019, valoriza os Relatórios de Teses e Dissertações em andamento apresentados no Congresso de Pesquisa e Ensino em Transportes. Nesta modalidade são premiados até 2 trabalhos.
Assim como na outra modalidade, uma comissão julgadora especial é constituída para avaliar os trabalhos selecionados na primeira rodada de avaliações e indicados pelos representantes do Comitê Científico.
Entre os critérios considerados na avaliação estão:
Para mais informações sobre o 40º ANPET, acesse o site oficial do evento: https://congresso.anpet.org.br/
A organização do 40º Congresso de Pesquisa e Ensino em Transportes (ANPET) informa que o prazo para submissão de trabalhos foi prorrogado. As contribuições poderão ser enviadas até o dia 6 de julho de 2026 (23:59).
O período estendido oferece mais tempo para que pesquisadores, professores, estudantes e profissionais do setor finalizem e enviem suas contribuições ao principal evento científico da área de transportes no Brasil.
Além da nova data de envio, os participantes devem ficar atentos às demais etapas do processo.
Prazo para envio dos trabalhos: 6 de julho
Divulgação dos resultados: 18 de agosto
Envio da versão final: 7 de setembro
O congresso será realizado entre os dias 26 e 30 de outubro de 2026, em Búzios (RJ), e reunirá a comunidade nacional de transportes para debater avanços e desafios do setor em temas como mobilidade urbana, logística, planejamento de transportes, engenharia de tráfego, sustentabilidade e inovação.
Mais informações estão disponíveis em: congresso.anpet.org.br.
Anísio Brasileiro chegou à entrevista com uma caixa de documentos que guardava há décadas: formulários manuscritos de avaliação de artigos, programações de congressos datilografadas, uma proposta de política federal de transportes. "Não tinha e-mail. Funcionava tudo na base do correio", diz. É a memória física de uma associação construída congresso por congresso.
Professor da Universidade Federal de Pernambuco e engenheiro civil com doutorado pela École Nationale des Ponts et Chaussées, na França, Anísio Brasileiro de Freitas Dourado presidiu a ANPET entre 1997 e 1998 e integrou seu comitê científico por anos. Na série de entrevistas produzida para os 40 anos da associação, ele fala sobre a construção institucional, a articulação política e o rigor científico que sustentaram a ANPET muito antes de ela ganhar a visibilidade atual.
Quando resume os anos de formação da ANPET, Brasileiro relembra dois nomes importantes para a história da associação, que aparecem sempre juntos, em funções distintas e complementares.
“Thereza garantia a nossa unidade interna e Luís Ribeiro garantia que a gente existisse”.
Thereza Afflalo era o centro de gravidade informal da associação: acompanhava tudo, sabia de tudo, era referência para todos. Luís Ribeiro, engenheiro do GEIPOT (a então Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes), resolveu um problema prático que poucos conhecem: onde registrar juridicamente uma associação que existia mais em encontros do que em endereços físicos. Foi ele quem articulou para que o primeiro CNPJ da ANPET ficasse sediado na própria sede do GEIPOT, em Brasília. Sem isso, a associação não existia perante os órgãos públicos e não poderia captar recursos.
A proximidade com o GEIPOT não era apenas formal, era estratégica. A equipe da empresa funcionava como expertise técnica do Ministério dos Transportes, e era por essa porta que a ANPET conseguia fazer sua voz chegar ao governo federal.
Esse papel político não era acidental. Anísio exibe como evidência um documento guardado desde os anos 1990: "Elementos conceituais para uma política federal de transporte urbano e a contribuição universitária". "Com esse documento, a gente queria dar uma contribuição à formulação de política de transporte no Brasil", explica.
Foi nesse espírito que a ANPET se envolveu com o fundo setorial de transportes, mecanismo criado para que parte das receitas das concessões rodoviárias financiasse pesquisa na área. O problema era que o dinheiro não chegava. A saída foi ir ao governo: uma delegação da associação foi ao Ministério da Ciência e Tecnologia conversar com Eduardo Campos, então ministro e futuro governador de Pernambuco.
"Ele foi super gentil, fez várias ligações." O mesmo espírito levou a ANPET ao Congresso Nacional para defender a manutenção do GEIPOT, extinto no governo FHC.
No final dos anos 1990, quando presidia o comitê científico, tudo era feito pelo correio. Os artigos chegavam em envelopes; os avaliadores preenchiam fichas manuscritas e as devolviam da mesma forma. Com as notas em mãos, a diretoria se reunia fisicamente por três dias seguidos, dez horas por dia, para resolver os empates.
"Era um trabalho muito grande e muito cuidadoso". Anísio guarda até hoje as fichas originais com assinaturas. Dessa cultura de rigor nasceu, mais tarde, o sistema digital de submissão e avaliação que a ANPET usa até hoje.
Para Anísio, a crise do transporte público urbano, a queda da demanda por ônibus, o espraiamento das cidades e o crescimento do uso de motos em condições precárias são um problema científico urgente.
“As teses e dissertações têm que ter uma aplicação. Não podem ser apenas para nos mantermos diante da necessidade de publicação em periódicos.”
Ele também aponta para um distanciamento histórico entre engenharia de transportes e urbanismo que considera prejudicial. "O transporte não se resolve sozinho. Ele está inserido dentro de uma dinâmica de cidade."
"O que me vem é um sentimento de que as gerações que fizeram os 40 anos deram a vida. Elas se envolveram muito."
Nos congressos atuais, ele observa os auditórios com 400 inscritos, maioria jovens, com a tranquilidade de quem viu a associação nascer do zero. O risco que enxerga não é de continuidade, mas de rumo: "Se um risco há, é de a gente não conseguir um envolvimento direto nessa dinâmica de problemas e respostas para eles. Mas sou otimista e acredito que estamos conseguindo, estamos no caminho certo. Longa vida à ANPET.”
Assista à entrevista completa com Anísio Brasileiro:
Orlando Fontes Lima foi presidente da ANPET por dois mandatos consecutivos, nos biênios 2009-2010 e 2011-2012. Mas sua ligação com a associação começa muito antes da presidência: ele foi ao seu primeiro congresso ainda no início do mestrado, em meados dos anos 1980. Levou um artigo que não foi aprovado. Foi mesmo assim. No ano seguinte, o artigo passou. E desde então, em quase quatro décadas, ele faltou a apenas dois ou três encontros. "A ANPET tem uma importância muito grande na minha formação, tanto profissional quanto pessoal", diz ele.
Professor titular da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp, na área de logística e supply chain, e ex-presidente da associação, Orlando é mais um entrevistado da série especial que a ANPET lança para celebrar seus 40 anos.
A trajetória de Orlando começa na engenharia naval da Escola Politécnica da USP: uma escolha que, dentro do próprio curso, o levou para a área de transportes. "Sempre tive uma abordagem mais sistêmica, sempre gostei mais dos sistemas." Foi nas disciplinas de transportes que ele encontrou os professores que marcariam sua trajetória, entre eles o orientador Nicolau Gualda e o professor Riva. "Riva foi a pessoa que mais me sensibilizou para essa área. Dava hidrovias na época, e a hidrovia permite discutir questões de transportes de forma mais de planejamento e operação, que foi a área que eu acabei seguindo."
Depois de um breve período no mercado, ele voltou para a academia a convite de Golda, fez mestrado e doutorado na Poli, trabalhou em consultorias e ingressou como professor. Mais tarde, prestou concurso para a Unicamp, onde está até hoje.
Para Orlando, o valor dos congressos da ANPET sempre foi duplo, e a segunda camada é mais importante do que a primeira. "O Congresso tem questões explícitas (qualidade dos trabalhos, conteúdos) e questões implícitas que, na minha opinião, são até mais importantes."
O que ele chama de questões implícitas é a experiência de formação que acontece fora das salas de apresentação. "A ANPET me apresentava as referências do meu lado. Era o livro que eu li e o autor estava ali assistindo à palestra junto comigo, ou apresentando alguma coisa.” Para um pesquisador em formação, esse contato direto com referências da área, em ambiente informal, acessível, é algo que nenhum currículo reproduz.
Ele vai além: a ANPET também oferecia um modelo de como ser pesquisador. "Esse papel transcende as formações individuais, é apresentar uma referência do que é ser um pesquisador, do que é uma ética de trabalho, e tudo em volta do setor de transportes."
Orlando acompanhou a ANPET desde o que ele chama, com bom humor, de suas primeiras "setenas": uma metáfora da antroposofia, que descreve crises de desenvolvimento a cada sete anos. "Se a gente olhar a ANPET, ela está chegando na sexta setena. Quando eu fui presidente, ela estava chegando na maturidade, perto dos 20 e tantos anos."
Naquela época, a associação ainda era pequena e funcionava de forma bastante informal. O orçamento anual girava em torno de R$ 15 mil a R$ 20 mil. Não havia profissionalização. A administração dependia quase inteiramente de uma secretária, a Thereza Afflalo. "Todo mundo sempre trabalhou de forma colaborativa, sem receber salário."
Foi nesse período que a ANPET enfrentou uma decisão que Orlando considera crucial: uma proposta de fusão dos congressos com a NTU, associação voltada ao transporte público. Ele foi contra. "Eu acho que se a gente tivesse feito isso, teria sucumbido e virado uma parte da NTU. A ANPET manteve a pluralidade: ferrovia tem espaço, aéreo tem espaço, hidroviário tem espaço, logística tem espaço. Esse é um caminho muito distinto."
Outro movimento importante de suas gestões foi aproximar a ANPET dos fundos setoriais de pesquisa, um jogo político que a associação ainda não dominava. "É um nível de jogo diferente, e a gente ainda estava nessa coisa." A ponte foi feita com apoio da professora Maria Alice, da UnB, que ajudou a conectar a associação aos ministérios. "Foi a organização que entrou nesses novos espaços, não as pessoas individualmente."
Para Orlando, um dos maiores patrimônios que a ANPET tem para proteger nos próximos anos é exatamente esse ambiente de formação ética. E ele está sob pressão: "A chegada da inteligência artificial vai balançar muito essas coisas. Como é que a gente desenvolve os princípios éticos de um pesquisador para usar a IA?"
A resposta, para ele, não está nas palestras nem nos documentos oficiais. Está no cafezinho. "Não é nesse espaço formal, é o jovem vendo um professor que é referência dele falando como usa a IA, discutindo isso de forma aberta. Você vai disseminando numa forma de relações."
Olhando para os próximos anos, ele vê dois grandes desafios. O primeiro é manter a ANPET atrativa para as novas gerações. "O jovem tem que querer vir à ANPET. Quem está na ANPET hoje só está porque quando era jovem gostou da ANPET. Se o seu aluno não gostar, esse é o grande desafio." O segundo é perpetuar a presença da associação como instituição relevante na sociedade técnica, política e empresarial. "A ANPET tem que se manter presente e importante para a sociedade."
Aos 40 anos, ele avalia a trajetória com satisfação e sem falsa modéstia sobre o que ela representou para ele. "Se o setor de pesquisa, ensino e trabalho em transportes no Brasil tem uma cara bem definida, a ANPET teve uma boa parte nisso. Muito do que eu sou, sou pela ANPET. Não tenho dúvida."
A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) publicou no Diário Oficial do Estado o edital de abertura do concurso público para o cargo de Professor Doutor na área de Infraestrutura de Transportes e Geotecnia, junto à Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FECFAU).
O processo seletivo, é exclusivo para candidatos negros (pretos e pardos), conforme as políticas de ação afirmativa adotadas pela universidade. A vaga está vinculada ao grupo G2M da unidade.
As inscrições estão abertas até o dia 14 de julho de 2026, até às 12h, e devem ser realizadas exclusivamente por meio do sistema online de concursos da Unicamp.
O edital completo, com informações sobre requisitos, etapas do processo seletivo e critérios de avaliação, pode ser acessado nos canais oficiais da universidade e da FECFAU.
As inscrições devem ser realizadas pelo site: https://inscricoes.unicamp.br/
Cadastro do concurso: https://inscricoes.unicamp.br/concurso/102
Mais informações: https://www.fecfau.unicamp.br/administracao/coordenadoria-administrativa/concursos/professor-doutor
Presidente
Cira Souza Pitombo
Diretor Executivo
Flávio José Craveiro Cunto
Diretor Cientifico
Bruno Vieira Bertoncini
Diretores
Glaydston Ribeiro
Leise Kelli de Oliveira
Ana Margarita Larranaga
Lilian Ribeiro de Rezende
Werner Kraus Junior
Assessora da Diretoria e Secretária Executiva: Cintia Machado de Oliveira
Secretária Cientifica: Silvia Nella Istre
Presidente
Maria Leonor Alves Maia
Diretor Executivo
Christine Tessele Nodari
Diretor Cientifico
Cira Souza Pitombo
Diretores
Claudio Barbieri da Cunha
Glaydston Ribeiro
Leise Kelli de Oliveira
Leonardo Herszon Meira
Luis Alberto do Nascimento
Assessora da Diretoria e Secretária Executiva: Cintia Machado de Oliveira
Secretária Cientifica: Silvia Nella Istre
Presidente
Helena Beatriz Bettella Cybis
Diretor Executivo
Christine Tessele Nodari
Diretor Cientifico
Cira Souza Pitombo
Diretores
Claudio Barbieri da Cunha
Flávio José Craveiro Cunto
Leonardo Herszon Meira
André Dantas
Luis Alberto do Nascimento
Assessora da Diretoria: Cintia Machado de Oliveira
Secretária Executiva: Patrícia Vidal
Secretária Cientifica: Silvia Nella Istre
Presidente
Helena Beatriz Bettella Cybis
Diretor Executivo
Márcio de Almeida D’Agosto
Diretor Cientifico
Flávio José Craveiro Cunto
Diretores
Werner Kraus Jr
Maria Leonor Alves Maia
Claudio Barbieri da Cunha
André Dantas
Luís Alberto do Nascimento
Assessora da Diretoria: Cintia Machado de Oliveira
Secretária Executiva: Patrícia Vidal
Secretária Cientifica: Silvia Nella Istre
Presidente
Márcio de Almeida D’Agosto
Diretor Executivo
Helena Beatriz Bettella Cybis
Diretor Cientifico
Flávio José Craveiro Cunto
Diretores
Maria Leonor Alves Maia
Heloisa Maria Barbosa
Werner Kraus Jr
Cira Souza Pitombo
Maria Esther Soares Marques
Secretária Executiva: Lisia Carla Almeida Jacques
Secretária Cientifica: Silvia Nella Istre
Presidente
Márcio de Almeida D’Agosto
Diretor Executivo
Ilton Curty Leal Junior
Diretor Cientifico
Helena Beatriz Bettella Cybis
Secretária Cientifica: Silvia Nella Istre
Secretária Executiva: Thereza Maria Afflalo
Presidente
Orlando Fontes Lima Júnior
Diretor Executivo
Márcio de Almeida D’Agosto
Diretor Cientifico
Helena Beatriz Bettella Cybis
Secretária Cientifica: Silvia Nella Istre
Secretária Executiva: Thereza Maria Afflalo
Presidente
Orlando Fontes Lima Júnior
Diretor Executivo
Glauco Túlio Pessa Fabbri
Diretor Cientifico
Maria Alice Prudêncio Jacques
Diretores
Helena Beatriz Bettella Cybis
Anísio Brasileiro de Freitas Dourado
Jorge Barbosa Soares
Márcio de Almeida D’Agosto
Orlando Strambi
Secretária Executiva: Thereza Maria Afflalo
Presidente
Marilita Gnecco de Camargo Braga
Diretor Executivo
Maria Cristina Fogliatti de Sinay
Diretor Cientifico
Helena Beatriz Bettella Cybis
Diretores
Glauco Túlio Pessa Fabbri
Maria Leonor Alves Maia
Orlando Fontes Lima Júnior
Paulo César Marques da Silva
Werner Kraus Júnior
Secretária Executiva: Thereza Maria Afflalo
Presidente
Luis Antonio Lindau
Diretor Executivo
Helena Beatriz Bettella Cybis
Diretor Cientifico
Anísio Brasileiro de Freitas Dourado
Diretores
Glauco Túlio Pessa Fabbri
José Eugenio Leal
Miriam Buss Gonçalves
Orlando Strambi
Werner Kraus Junior
Secretária Executiva: Thereza Maria Afflalo
Presidente
Luis Antonio Lindau
Diretor Executivo
Helena Beatriz Bettella Cybis
Diretor Cientifico
Anísio Brasileiro de Freitas Dourado
Diretores
Orlando Fontes Lima Júnior
José Eugenio Leal
Yaeko Yamashita
Antônio Nelson Rodrigues da Silva
Secretária Executiva: Thereza Maria Afflalo
Presidente
José Eugenio Leal
Diretor Executivo
Ronaldo Balassiano
Diretor Cientifico
Liedi Bariani Bernucci
Diretores
Helena Beatriz Bettella Cybis
Jose Reinaldo A. Setti
Waltércio Zanvettor
Joaquim Jose Guilherme de Aragão
Secretária Executiva: Thereza Maria Afflalo
Presidente
José Eugenio Leal
Diretor Executivo
Ronaldo Balassiano
Diretor Cientifico
Jose Reinaldo A. Setti
Diretores
Helena Beatriz Bettella Cybis
Liedi Bariani Bernucci
Joaquim Jose Guilherme de Aragão
Carlos Felipe Granjeiro Loureiro
Secretária Executiva: Thereza Maria Afflalo
Presidente
Anísio Brasileiro de Freitas Dourado
Diretor Executivo
Luiz Carlos Rodrigues Ribeiro
Diretor Cientifico
Jose Reinaldo A. Setti
Diretores
Luiz Afonso dos Santos Senna
Licinio da Silva Portugal
Joaquim Jose Guilherme de Aragão
Orlando Fontes Lima Júnior
Secretária Executiva: Thereza Maria Afflalo
Presidente
Antônio Galvão Naclério Novaes
Diretor Executivo
Luiz Carlos Rodrigues Ribeiro
Diretor Cientifico
Anísio Brasileiro de Freitas Dourado
Diretores
Jose Bernardes Felex
Marilita Gnecco de Camargo Braga
José Augusto de A. Sá Fortes
Orlando Fontes Lima Júnior
Secretária Executiva: Thereza Maria Afflalo
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